quinta-feira, 14 de março de 2024

Perseguição à família de criança autista

Renan rebate nota mentirosa de Vanusa Medeiros


Acuada com a repercussão negativa de sua ação de perseguição à família de uma criança autista no município de Sossego, a secretária de Saúde, Vanusa Medeiros, publicou uma nota mentirosa no dia 11 de março.

O documento tem o objetivo de negar os fatos ocorridos e, ainda, ameaçar a população. “É uma ação covarde e abominável”, classificou o vereador Renan.

O oposicionista volta a explicar que todas as denúncias formuladas por Joselma de Messias não só são absolutamente verdadeiras, como também estão amplamente amparadas em provas documentais.

Outros casos
Além de tudo isso, a população endossou as denúncias quando engajou a postagem de Renan e promoveu um verdadeiro debate em seu perfil no Instagram.

“Depois que publiquei o post, outras mães me procuraram e até fizeram novas denúncias no próprio Instagram”, reforçou o vereador.

Érica Silva, Samara e Soraia Silva, por exemplo, confirmaram tudo e mostram que não se trata de um caso isolado. “Ninguém denuncia uma secretária à toa. Assim como Joselma, essas mães são humilhadas todos os dias pela gestora”, explica Renan. 

Mentiras oficiais
Na nota da secretária, há a alegação que todas as dispensações de medicamentos e atendimentos médicos estão registrados nos sistemas do Ministério da Saúde.

O filho de Joselma de Messias é uma criança dependente de constantes tratamentos de saúde. Por isso, de acordo com o parlamentar, existem os registros de atendimento e dispensação de medicamentos tanto para ele quanto para a sua mãe, que também é usuária do SUS.

Renan comenta a nota e rebate Vanusa Medeiros. “Mas é claro que estão. Os sistemas do ministério não registram a falta de atendimento, as omissões e muito menos os crimes que a secretária comete na saúde do município”.

Constrangimento ilegal
O parlamentar repudia a exposição da família na nota de Vanusa Medeiros.

Para ele, apontar que os pais da criança são servidores públicos e não se enquadram na categoria de baixa renda é uma calúnia covardemente pensada para gerar constrangimento público.

Joselma e Messias ganham, juntos, pouco mais de R$ 3 mil como servidores efetivos da Prefeitura de Sossego.

Apesar disso, a conta com os cuidados médicos necessários à saúde do filho supera o valor de R$ 5.000,00 por mês.

“A renda da família não dá para pagar o tratamento do menino”, destaca Renan.

Sobre o contexto geral da nota, o parlamentar conclui com um desabafo. “Eu nunca pensei que essa administração, apesar de todas as atrocidades que comete contra o povo, fosse capaz de mobilizar escarnecedores para atacar uma mãe atípica e sua família”.